Brincadeiras livres


O brincar é a atividade principal do dia a dia. É importante porque oferece a criança o poder de tomar decisões, expressar sentimentos e valores, conhecer a si e aos outros e o mundo, de repetir ações prazerosas, de partilhar, expressar sua individualidade e identidade por meio de diferentes linguagens, de usar o corpo, os sentidos, os movimentos, de solucionar problemas e criar.

Para Kishimoto (2008), a criança não nasce sabendo brincar, ela precisa aprender por meio das interações com outros coleguinhas e com os adultos. Observando outros infantes e com a intervenção da professora, ela aprende novas brincadeiras e suas regras.












O primeiro brinquedo da criança é o adulto, que conversa e interage com ele e o faz ver e descobrir o mundo, Almeida (1987, p.195) ressalta que:

A esperança de uma criança, ao caminhar para a escola é encontrar um amigo, um guia, um animador, um líder - alguém muito consciente e que se preocupe com ela e que a faça pensar, tomar consciência de si de do mundo e que seja capaz de dar-lhe as mãos para construir com ela uma nova história e uma sociedade melhor.

Nesse mesmo contexto, na brincadeira podemos propor à criança desafios que a façam pensar, buscar soluções e resolver problemas. Ao brincar, desenvolvem a imaginação, a criação, o respeito às regras de organização e convivência, que no futuro, podem ser utilizadas para a compreensão da realidade.










REFERÊNCIAS


ALMEIDA, Paulo Nunes de. Educação lúdica: técnica e jogos pedagógicos. São Paulo: Editora Loyola, 1987.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida; ONO, A. T. Brinquedo, gênero e educação na brinquedoteca. Pro-Posições (Unicamp), v. 19, p. 209-224, 2008. 

Nenhum comentário: